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Ataque iraniano na Jordânia mata dois militares dos EUA e atinge aliados americanos

O incidente marca a primeira morte de soldados americanos desde a retomada dos confrontos na região e afeta a infraestrutura de três nações parceiras dos Estados Unidos.

AJ
Redação AJISP
19 de julho de 2026 às 00:18 · há 6 h

Dois militares norte-americanos morreram após um ataque iraniano a uma base militar na Jordânia. A ofensiva, que resultou também em quatro soldados hospitalizados e um desaparecido, marca a sétima noite de bombardeios desde o fim do cessar-fogo e a primeira vez que militares dos EUA morrem desde a retomada dos conflitos na semana passada. Outros militares sofreram ferimentos leves e já retornaram ao serviço.

Além da Jordânia, o Irã atacou outras três nações aliadas dos Estados Unidos na região: Bahrein, Arábia Saudita e Kuwait. Nesses países, mísseis e drones iranianos destruíram uma usina de energia e uma estação de tratamento de água, provocando incêndios. Uma instalação petrolífera também foi atingida, resultando em feridos e danos materiais significativos.

A ofensiva iraniana foi uma retaliação a uma onda de ataques conduzidos pelos Estados Unidos horas antes, que visaram seis regiões do Irã. Os bombardeios americanos foram descritos como mais abrangentes e intensos, atingindo usinas de energia, instalações de abastecimento de água, pontes, estradas e uma usina de dessalinização, afetando diretamente a infraestrutura iraniana.

A mídia estatal iraniana reportou que aproximadamente 10 mil pessoas sofrem com severa escassez de água devido aos ataques dos EUA. Adicionalmente, foram confirmadas oito mortes e 19 feridos em decorrência das ofensivas americanas. As forças armadas dos EUA afirmaram que os alvos dos ataques eram de natureza militar, incluindo depósitos de armas e centrais de vigilância.

O escalonamento dos ataques entre Irã e Estados Unidos tem gerado preocupação internacional, dada a instabilidade na região e o potencial de um conflito mais amplo. O Oriente Médio é palco de tensões históricas e a presença militar das grandes potências aumenta a volatilidade da situação.