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Mãe busca responsabilização de plataformas de apostas após morte de filho

Notícias da semana no Triângulo: mãe quer responsabilizar bets, denúncia de agressão infantil e homem confunde cola com colírio.

AJ
Redação AJISP
18 de julho de 2026 às 10:00 · há 1 h
Mãe busca responsabilização de plataformas de apostas após morte de filho
Mãe busca responsabilização de plataformas de apostas após morte de filho — Foto: G1

Uma mãe em Uberlândia, Minas Gerais, busca a responsabilização de plataformas de apostas online e de influenciadores digitais após a morte de seu filho de 26 anos, Rafael Borges Amaral, em 2024. Vânia de Souza Borges relatou ter encontrado inúmeras mensagens de ofertas de bônus e convites para apostar em “bets” e jogos de azar nos e-mails e redes sociais do filho, mesmo após seu falecimento.

A professora afirma que a constante exposição a essas propagandas ressalta a dependência que, segundo ela, consumiu o jovem. Rafael, que antes era descrito como alegre e cheio de planos, teria gradualmente mudado seu comportamento, mostrando isolamento, dificuldades financeiras e sinais de depressão após iniciar as apostas. Vânia argumenta que influenciadores digitais contribuem para atrair novos apostadores ao promoverem uma expectativa irrealista de ganhos financeiros.

Outro caso em destaque é a prisão de um homem de 22 anos por lesão corporal em Patos de Minas, na última sexta-feira (10). A Polícia Militar agiu após uma professora de educação física identificar marcas de agressão compatíveis com golpes de mangueira nas costas da enteada do suspeito, uma criança de 6 anos. A menina relatou à professora que as agressões por parte do padrasto, utilizando uma mangueira de chuveiro, eram frequentes. O agressor negou as acusações, alegando que apenas estava "corrigindo" a enteada.

Em Paracatu, um incidente inusitado ocorreu em 1º de julho, quando um homem de 50 anos precisou de atendimento hospitalar após confundir cola instantânea com colírio e aplicar o produto no olho direito. O erro se deu porque ele carregava ambos os frascos no mesmo bolso. No hospital, houve um segundo engano, e o paciente utilizou álcool pensando ser água para limpar o rosto.

A equipe médica do Hospital Municipal de Paracatu conseguiu remover a cola e descolar as pálpebras sem que houvesse complicações maiores. O homem recebeu alta e está em recuperação, porém, até a última atualização da reportagem, não havia retornado ao hospital para o acompanhamento do tratamento, conforme orientação da Prefeitura de Paracatu.