Montes Claros registra alta de quase 40% na criação de vagas de emprego em 2026
Dados do Ministério do Trabalho e Emprego revelam que o saldo de contratações na cidade mineira cresceu significativamente nos primeiros cinco meses do ano, impulsionado principalmente pelo setor de Serviços.

Montes Claros, no norte de Minas Gerais, registrou um aumento de 37% no saldo de novas vagas de trabalho criadas nos primeiros cinco meses de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior. O município gerou 1.831 novos postos de trabalho de janeiro a maio, superando os 1.336 vagas de 2025, conforme dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Somente no mês de maio, Montes Claros apresentou um saldo positivo de 197 vagas, resultado de 4.396 contratações e 4.199 desligamentos. O estoque de trabalhadores formais na cidade alcançou 96.570. Pelo quinto mês consecutivo em 2026, a cidade manteve um saldo positivo na geração de empregos.
O setor de Serviços foi o principal motor desse crescimento em maio, contribuindo com 190 vagas líquidas, oriundas de 2.627 admissões. Em seguida, a Indústria obteve um saldo de 72 vagas, com 433 contratações ao longo do mês. Esses setores historicamente desempenham um papel relevante na economia local e regional.
Nos primeiros cinco meses de 2026, o panorama geral da geração de empregos na cidade foi consistentemente positivo. Em janeiro, o saldo foi de 220 vagas (4.379 admissões e 4.159 demissões); em fevereiro, 356 vagas (4.873 e 4.517); em março, 693 vagas (5.521 e 4.828); e em abril, 381 vagas (4.633 e 4.252).
No acumulado do ano, Montes Claros totalizou 23.821 contratações e 21.990 demissões, resultando nos 1.831 novos postos de trabalho. Isso representa uma média mensal de mais de 305 novas vagas. Em comparação, no mesmo período de 2025, foram registradas 23.094 contratações e 21.758 demissões, com um saldo de 1.336 vagas, evidenciando o crescimento expressivo deste ano.
O Caged, que é a fonte desses dados, monitora o mercado de trabalho formal desde 1965, utilizando informações repassadas pelas próprias empresas sobre o fluxo de trabalhadores. Os números são utilizados para formulação de políticas públicas e análise do cenário econômico.



