Globo Repórter explora elos históricos entre países-sede da Copa do Mundo de 2030
Reportagens de William Bonner abordam as conexões culturais e históricas de Marrocos, Espanha e Portugal, nações que sediarão o mundial de futebol em 2030, revelando influências que moldaram suas identidades ao longo dos séculos.

O jornalista William Bonner estreou, nesta sexta-feira (17), sua primeira reportagem internacional para o programa Globo Repórter. A série, dividida em três partes, investiga as profundas ligações históricas e culturais entre Marrocos, Espanha e Portugal, os países que atuarão como anfitriões da Copa do Mundo de 2030.
O primeiro episódio da série, já disponível para visualização, inicia a jornada em Marrocos, explorando localidades emblemáticas como o Estreito de Gibraltar, Fez, Chefchaouen e Casablanca. A reportagem de Bonner destaca como o intercâmbio de diferentes povos ao longo dos séculos deixou marcas indeléveis na arquitetura, na gastronomia, na língua e nos costumes da região.
Ainda no primeiro programa, o foco recai sobre a nação africana, que além de se preparar para sediar o mundial de futebol, busca manter suas tradições e identidade cultural. A matéria visa mostrar como o país concilia o desenvolvimento para o evento esportivo com a preservação de sua herança histórica.
Historicamente, a Península Ibérica (onde estão Espanha e Portugal) e o Norte da África (onde fica Marrocos) possuem séculos de interação, com períodos de ocupação, comércio e trocas culturais intensas que moldaram as sociedades de ambos os lados do Estreito de Gibraltar. Essa contextualização é fundamental para entender a escolha conjunta para a Copa de 2030.
Os próximos episódios da série, que prometem aprofundar a investigação sobre Espanha e Portugal, serão exibidos nos dias 24 e 31 de julho, respectivamente. A iniciativa do Globo Repórter oferece uma perspectiva cultural e histórica sobre os países que sediarão um dos maiores eventos esportivos do mundo.



