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Manifestantes bloqueiam BR-422 em Baião em busca de leito para paciente

Moradores de Baião, no Pará, interditaram a rodovia BR-422 nesta terça-feira (21) para cobrar a transferência de um paciente que aguarda há 23 dias por um leito especializado; a Sespa informou a reserva de vaga em Belém, mas não detalhou o transporte.

AJ
Redação AJISP
21 de julho de 2026 às 15:51 · há 3 h
Manifestantes bloqueiam BR-422 em Baião em busca de leito para paciente
Manifestantes bloqueiam BR-422 em Baião em busca de leito para paciente — Foto: G1

A rodovia BR-422 foi totalmente interditada na manhã desta terça-feira (21) no município de Baião, região nordeste do Pará. O bloqueio, liderado por moradores da comunidade Joana Peres, teve como objetivo pressionar as autoridades pela transferência de um paciente que necessita de um leito especializado e aguarda há 23 dias por essa vaga.

De acordo com a liderança do movimento, o paciente está internado no Hospital Regional de Tucuruí e necessita de um tratamento de alta complexidade. A demora na obtenção de um leito adequado motivou os moradores a bloquearam o tráfego na rodovia federal, buscando chamar a atenção das autoridades para a urgência do caso.

Os manifestantes afirmaram que a BR-422 permaneceria interditada até que houvesse uma resposta definitiva e a garantia da transferência do paciente para um leito especializado. A mobilização em rodovias é um método comum de protesto para exigir a resolução de demandas sociais e de saúde na região, dada a dependência dessas vias para o transporte e a comunicação.

Em resposta à situação, a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) emitiu um comunicado informando que a condição do paciente já estava sendo tratada. A secretaria detalhou que um leito especializado foi reservado no Hospital das Clínicas Gaspar Vianna, localizado em Belém.

Contudo, a Sespa não forneceu informações adicionais sobre a data ou os detalhes do transporte do paciente de Tucuruí para a capital paraense. A falta de um cronograma para a transferência manteve a incerteza e a mobilização dos moradores no local do protesto.